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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Como evitar que meus pacientes faltem?

Olá psicos!

Sabe quando você está naquela expectativa de ter novos pacientes, que seu consultório bombe e você preencha todos os horários?
Aí o telefone toca, é alguém querendo marcar uma consulta. Vocês acertam o dia e a hora e.... O paciente não aparece. 





Isso aconteceu comigo algumas vezes e posso dizer que foi algo bastante desagradável.

Então seguem algumas dicas para evitar que essas situações ocorram.

1) Quando a pessoa já é seu paciente, coloque em contrato que faltas terão que ser avisadas com até 24h de antecedência. Caso contrário, você não irá repor a consulta.
Essa tática funciona muito bem quando você faz um tipo de contrato onde o cliente paga pôr mês, uma espécie de pacote.

OBS: Não se esqueça de ser humano. Imprevistos acontecem e tem casos que mesmo o paciente faltando sem avisar você tem que repor. Então avalie bem a situação.

2) Atrasos são complicados e podem prejudicar outros pacientes.
Ex. A consulta tem duração de 50 min. O horário de início deveria ser às 9h da manhã, o paciente se atrasa e chega às 9:20. Nesses casos eu costumo atender até as 10h, dando assim uma tolerância de 10 minutos, mas mesmo assim o paciente perde alguns minutos. Não ultrapasse o horário estendendo até depois das 10h, pois não é justo com o próximo paciente.

Gente... Sei que pode parecer um pouco rigoroso, mas só quem passa por isso entende e a gente precisa respeitar todos os pacientes de forma igual. Não dá pra ajudar um e atrasar o outro que chegou no horário. 


3) O caso mais complicado é o das avaliações. Partindo do princípio que o paciente ainda não te conhece e não tem contrato com você, muitas pessoas marcam e não aparecem.  O que eu tenho feito é cobrar 50% do valor da avaliação antes, seja por depósito bancário ou boleto. Como a pessoa paga antecipado uma parte, elas não faltam.
Muitos desistem? Sim. Mas acredito que esses que desistem seriam as pessoas que já me dariam um bolo de qualquer forma.


Escrever isso tudo é um pouco complicado. Quem tiver tempo e paciência pode assistir o vídeo que vou deixar aqui, onde explico melhor como faço no meu consultório.
Aproveitem e se inscrevam no canal. AQUI 


Mas me contem... Alguém aqui já passou por isso? Eu certamente já e muito!


terça-feira, 6 de setembro de 2016

Por que não sou obrigada a me associar? ABPP (Associação Brasileira de Psicopedagogia)

Olá!!

Como sabemos, infelizmente, a psicopedagogia ainda não é reconhecida como profissão e não possuímos um conselho de classe.

Então os psicopedagogos contam apenas com a ABPP (Associação Brasileira de Psicopedagogia) e o SINDPSICOPP (Sindicato dos Psicopedagogos do Brasil)



Hoje eu vou falar apenas da:


ABPP (Associação Brasileira de Psicopedagogia)

Segundo o art 5° parágrafo 20 da constituição  "Ninguém poderá ser compelido a associar-se ou permanecer associado"

Mesmo assim eu quis me associar, ou melhor, eu procurei saber quais seriam as vantagens de ser associada.

Acontece que eu vi muita gente falando que é obrigatório ser associado para exercer a função de psicopedagogo e que você precisa da carteirinha que eles te mandam, mas na verdade não é! Até porque, na carteirinha vem apenas o número do CBO e todo psicopedagogo tem direito a usar esse número, como eu já expliquei nesse post AQUI.

Quando eu vi o valor que custa para ser sócio, eu desisti. Se fosse me associar hoje, o valor seria de R$ 340,00 em uma única cota.
Até pensei em fazer um esforço, mas como os benefícios não me chamaram tanta atenção, eu desisti de novo.

Os benefícios são: Descontos nos eventos e afins, promovidos pela ABPP e o seu contato para ser incluído na lista de psicopedagogos deles, eu não me interessei tanto assim.

Enfim... A verdade é que se associar é uma escolha e não uma obrigação. Você pode sim exercer a função de psicopedagogo sem ser um sócio da ABPP.
O que mais me incomoda são as pessoas dizendo que se você quer fazer as coisas corretas você tem obrigação de se associar, acho até falta de respeito alguém falar isso, quando a lei é bem clara.

Então se você viu as regras e as vantagens e se interessou, vai lá e se associa, mas se você só fez isso porque falaram que é obrigatório, então não renove para o próximo ano, pois você não é obrigado.

Depois eu vou fazer um outro post falando do SINDPSICOPP, que também não é obrigatório ser filiado, mas que eu acho um pouco mais vantajoso. 


Se você gostou desse post, não se esqueça de deixar a sua opinião e compartilhar sua experiência comigo. Se você não concorda comigo, então deixe a sua opinião também, mas não se esqueça de ser educado. ;)





sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Quanto ganha um psicopedagogo?

Olá!


Quanto ganha um psicopedagogo?





Essa pergunta, muito recorrente para quem pretende iniciar uma carreira na área, é bem difícil de responder.


Farei o possível para ajudar vocês a compreenderem isso neste post.

A renda de um psicopedagogo clínico pode variar, e muito!

Vamos falar das variáveis....

1) Localidade de atuação.
A primeira variável é o local onde a gente decide abrir um consultório. Aqui no RJ isso muda muito de bairro para bairro e tem lugares, como na zona sul do RJ, em que o lucro chega a ser 3X maior do que na zona oeste.

2) Público.
Logicamente, o público irá variar de acordo com a localidade. Então o poder aquisitivo também.

3) Formas de pagamento.
As consultas podem ser cobradas de forma avulsa, ou o psicopedagogo pode fazer um pacote mensal para o paciente, assim o paciente ganha um desconto e o psicopedagogo garante que ele irá o mês inteiro de consultas.

Resumindo... Tudo depende.

Mas como eu vou ter uma base de quanto vou ganhar como psicopedagogo?

Uma boa solução é você procurar, dentro da localidade onde gostaria de abrir um consultório, quem já atenda como psicopedagogo. Se apresente, conversa e troque informações.
Algumas pessoas não vão querer te falar isso de primeira, mas tem muita gente bacana por aí que entende que todo mundo precisa começar de uma forma e não custa nada ajudar.

Para quem quiser conversar mais sobre o assunto, pode mandar e-mail para mim no endereço: mteixeira.psicopedagoga@gmail.com
Estou super aberta a tirar dúvidas sobre o assunto.


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Mas... O que é uma resenha?

Oi meu amores...



O post de hoje é para esclarecer algo muito importante... O que é uma resenha?


Recentemente recebi uma crítica de que o que eu faço aqui no blog não é resenha. Vou deixar a definição de resenha aqui para que possamos entender melhor, já que como blogueira eu leio muitas resenhas todos os dias e acredito que essa seja a realidade de muitos leitores desse blog.


Resenha é uma abordagem para a construção de relações entre as propriedades de um determinado objeto,  analisando-o, descrevendo-o e enumerando aspectos considerados relevantes sobre ele. Resenha também é um texto que serve para apresentar outro, que seja desconhecido do leitor.

No jornalismo, resenha é utilizado como forma de prestação de serviço, é um texto de origem opinativa que reúne comentários de origem pessoal e julgamentos do resenhador sobre o que está sendo analisado. O objeto da resenha pode ser de qualquer natureza: um filme, livro, álbum, peça de teatro ou até mesmo um jogo de futebol, e pode ser uma resenha descritiva ou crítica. Para apresentar uma resenha é importante dar uma ideia resumida dos assuntos tratados, apresentar o maior número de informações sobre o trabalho, para dar ao leitor os requisitos mínimos para que ele se oriente.

Fonte: http://www.significados.com.br/
Quem não confia nessa fonte o mestre Google tem uma quantidade excelente de fontes que falam basicamente a mesma coisa.
Por que estou colocando isso aqui? 
Porque acho muito válido críticas, quando construtivas, mas tem gente que passa dos limites. 

Por mim tudo bem acharem chato minhas resenhas cheias de análises de personagens, mas isso é uma opinião pessoal e não pode ser generalizada nem mesmo dizer que minhas resenhas não são resenhas. 

Notem que dei ênfase em Análise na descrição, pois foi justamente disso que reclamaram.
Para quem ainda não conhece meu blog e quer ter uma noção do que estou falando vou deixar algumas resenhas listadas aqui.

Sob um olhar psicopedagógico #01 - Sheldon Cooper
Sob um olhar Psicopedagógico #02 - Ted Mosby
Sob um olhar Psicopedagógico #04 - Tony Stark
O que aprendi com Colin Bridgerton
Quarto - Emma Donoghue


Eu sou psicopedagoga e tento sempre trazer um olhar diferenciado sobre o que estou resenhando. Você pode gostar disso ou não, assim como não gosto de algumas resenhas que leio, ou porque acho chata, mal escrita, vaga, longa demais ou porque acho mais do mesmo, seja o motivo que for, se não gosto, ao menos eu respeito.
E para quem não está entendendo porque me dou ao trabalho de escrever tudo isso aqui, bom... Se eu não respondesse, não seria eu.
Acho que respeito tem que vir antes de qualquer coisa e como deletaram minha resposta onde o comentário foi realizado, estou postando no meu blog onde ninguém pode apagar.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

O que é o Diário de uma Psicopedagoga?












   






  

 Oi genteeee!

Sabe quando você se empolga e sai fazendo as coisa destrambelhadamente? 
Pois bem... Essa é a Mariana. Eu me empolgo, faço e depois que paro para pensar.

Eu comecei esse blog: Diário de uma Psicopedagoga, assim que terminei a pós graduação, que não faz nem dois meses.

Tenho um blog que é só sobre livros chamado Letras da Nana que foi um cantinho muito feliz e sempre terá um lugar no meu coração, às vezes eu ainda posto alguma coisa lá.
Acontece que me desanimei um pouco com o Letras da Nana porque não vejo muito diferencial dele para outros blogs.
Amo livros e tudo relacionado a literatura, mas também amo muitas outras coisas e foi isso que me instigou a começar com o Diário de uma Psicopedagoga.


Então o que esperar deste blog?

1) Teremos resenhas?
Sim, com certeza, mas não resenhas como as do Letras da Nana. Estou sempre lendo algum livro e sinto uma necessidade enorme de falar sobre eles e seus personagens, mas aqui teremos sempre um olhar psicopedagógico e psicanalítico.


2) Falaremos muito sobre educação.
Sou professora e psicopedagoga. Então sim, eu gosto de falar sobre o assunto, acho muito importante e necessário compartilhar minhas impressões sobre o assunto.


3) Falaremos sobre a psicopedagogia como carreira.
Como estou começando na área, estou postando aqui e no canal do YouTube todos os meus passos nessa nova profissão, a fim de, ajudar e trocar informações.
E até com quem não é da área, tem muita gente que não sabe nem o que é psicopedagogia e muitos pais cheios de dúvidas sobre o processo cognitivo dos filhos.



4) Sobre o canal do YouTube
O Diário de uma Psicopedagoga é meu grande xodó. Dividi o canal em 3 playlists que vou explicar agora.

* Sob um olhar Psicopedagógico
Meu noivo e eu fazemos uma avaliação psicopedagógica de personagens literários, de filmes ou séries. É bem engraçadinho e estamos nos divertindo muito fazendo isso, além de exercitar nosso senso investigativo que a psicopedagogia exige.

* Psicopedagogiando
Nesses vídeos eu estou contando meus avanços e dificuldades dentro da profissão e logo estarei falando sobre síndromes, transtornos e tudo que envolva a psicopedagogia.

*Querido diário
Como o nome sugere, é onde eu falo sobre coisas da minha vida, seja sobre um problema que tive no transporte, uma doença ou algo que me deixa frustrada. São divagações minhas e como o nome do canal é Diário de uma psicopedagoga... Então eu falo sobre tudo o que quero mesmo.

Uma coisa que eu amo fazer é ajudar pessoas, então esse espaço é para isso. Podem mandar sugestões de vídeos, ou de postagens para o blog.
Quem tiver dúvidas sobre os assuntos do blog também podem mandar que, se eu puder ajudar, terei o maior prazer.


Em breve também estaremos falando sobre empreendedorismo, visto que, o momento no país nos exige buscar formas de renda alternativas, né?

É isso gente.

Beijossssss e fiquem atentos que amanhã tem vídeo novo em: Sob um olhar psicopedagógico.  

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